'Res, non verba'_ Fatos, não palavras.
Neste espaço, não cultivamos discursos ocasos nem devaneios inúteis — aqui, cada palavra se ancora em fatos, sólidos e inegociáveis.

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PENSAMENTO DO DIA




PENSAMENTO DO DIA

"Se eu te adorar por medo do inferno, queima-me no inferno. Se eu te adorar pelo paraíso, exclua-me do paraíso. Mas se eu te adorar pelo que Tu és, não escondas de mim a Tua face”.

(Rabia - mulher cristã Iraquiana - 800 D.C. Epígrafe no seu túmulo).



MENSAGEM DO DIA

MENSAGENS__

terça-feira, 8 de julho de 2008

Sedentos ao Lado da Fonte de Águas Vivas


                        Falar sobre liberdade é mergulhar no mais profundo anseio humano, aquele que pulsa desde o primeiro respiro fora do útero até o último suspiro da existência. Desde os primórdios, o ser humano almeja ser livre. Seja no medo ou na coragem, nas angústias ou nas conquistas, a liberdade sempre nos impele para novos caminhos, novos horizontes.

                           Os pensadores e poetas há séculos tentam capturar sua essência. Cecília Meireles, em Romanceira da Inconfidência, entoa: "Liberdade, essa palavra que o sonho humano alimenta; que não há ninguém que explique, e ninguém que não entenda." Nessa simplicidade, encontramos a mais sublime complexidade.

                            Descartes enxergava a liberdade como fruto do conhecimento: quem mais compreende suas opções, mais livre é. Para Leibniz, a liberdade era inalcançável. Spinoza a via como capacidade de agir conforme a própria vontade. Schopenhauer via o homem prisioneiro dos seus desejos. Kant definiu a liberdade como autonomia: estabelecer a própria moral, guiado pela razão. Sartre, por sua vez, afirmou que estamos condenados à liberdade, pois a obrigação de escolher nos angustia.

                            Tantas interpretações, tantas perspectivas. Mas onde está a raiz da liberdade? George Washington disse: "A liberdade é uma planta que cresce depressa quando ganha raízes." E quais são as raízes que sustentam a verdadeira liberdade?

                        Isaías 61 anuncia a resposta: "O Espírito do Senhor Deus está sobre mim, porque o Senhor me ungiu para pregar boas-novas aos quebrantados, enviou-me a curar os quebrantados de coração, a proclamar liberdade aos cativos e a pôr em liberdade os algemados." Cristo veio para nos libertar!

                   A liberdade verdadeira não é mero conceito filosófico. Ela é vivenciada no conhecimento da Verdade. "Conhecereis a Verdade, e a Verdade vos libertará" (João 8:32). E a Verdade é Cristo. O conhecimento genuíno liberta, mas exige sacrifício. Os que se entregam ao comodismo permanecem escravizados por tradições e crendices infundadas. Crêem sem questionar, seguem sem refletir, choram sem entender. Peregrinam pelo tempo, perdendo-se e reencontrando-se, mas nunca se achando.

                    Cícero declarou: "Sou escravo do dever por amor à liberdade." A liberdade verdadeira submete-nos ao dever maior: a entrega ao Criador. O mundo grita que liberdade é viver sem limites, mas a verdadeira liberdade é viver dentro da ordem divina. Liberdade sem moralidade é apenas ilusião.

                A liberdade que vale a pena exige renúncia. Rejeitar a superficialidade, desafiar as tradições vazias, abandonar a ignorância. Somente quem se rende à Verdade experimenta a plenitude da liberdade.

                        Rui Barbosa advertiu: "Um povo cuja fé se petrificou, é um povo cuja liberdade se perdeu." Que nossa fé seja viva, e nossa liberdade, inabalável.


               

  Capelão Nascente  🙏
International Voluntary Chaplancy Service - IVCS

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Nossa Fé e Crença

"Creio em um só Deus, Pai Onipotente, criador do céu e da terra, e de todas as coisas visíveis e invisíveis. Creio em um só Senhor, Jesus Cristo, Filho unigênito de Deus, gerado do Pai antes de todos os séculos; Deus de Deus, Luz de Luz, verdadeiro Deus de verdadeiro Deus; gerado, não feito; consubstancial com o Pai, por quem todas as coisas foram feitas; que por nós e para nossa salvação desceu dos céus e encarnou, por obra do Espírito Santo, da virgem Maria (mulher virgem, digna e exemplo de conduta para todos nós, mas não adorada); e se fez homem. Foi também crucificado sob o poder de Pôncio Pilatos, padeceu e foi sepultado. Ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras, e subiu aos céus, e está sentado à direita do Pai; e virá outra vez com glória para julgar os vivos e os mortos, e o seu reino não terá fim. Creio no Espírito Santo, Senhor Doador da vida, procedente do Pai e do Filho; que, com o Pai e o Filho, é juntamente adorado e glorificado."

Credo Niceno, Império de Constantino,
Constantinopla, 381 d. C.

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